Novembro Negro celebra arte, memória e resistência na UFJF
Eventos gratuitos promovem a valorização da cultura e da cidadania afro-brasileira em Juiz de Fora
Promoção da cultura e cidadania
O reconhecimento do valor artístico e histórico da comunidade negra é destaque em Juiz de Fora. Em um esforço para fortalecer a igualdade racial e a diversidade, a UFJF organizou uma série de eventos sob o nome “Novembro negro – diáspora em movimento: arte, memória e resistência”. O foco é o protagonismo negro em diversas manifestações culturais e acadêmicas. Este conjunto de atividades visa democratizar o acesso à cultura e promover a igualdade racial. A programação inclui espetáculos teatrais, exposições e documentários, todos gratuitos e abertos ao público. A iniciativa visa reforçar a importância das políticas culturais na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
Ações programadas para o mês
O evento começa com a peça teatral “Macacos”, de Clayton Nascimento, que aborda o racismo estrutural no Brasil. A apresentação ocorre no Cine-Theatro Central no dia 9/11, com ingressos disponíveis na plataforma Sympla. Essa ação conta com o apoio da deputada Federal Ana Pimentel. Em 16/11, o Teatro Paschoal Carlos Magno recebe “Quebrando paradigmas”, da Confraria do Impossível, com Lucas Popeta. A peça discute a decolonização do pensamento social e o antirracismo. Os ingressos para essa apresentação também serão gratuitos, disponíveis pelo Sympla, com apoio da deputada Federal Dandara Tonantzin. Além disso, a exposição “Eu quero gente de cor” será inaugurada em 18/11, na Galeria Espaço Reitoria, com fotos e reproduções de obras de arte. A mostra inclui imagens do estudo “Do Morro pro Asfalto”, de Erick Amorim, e obras de Maria Lídia Magliani, única mulher negra no acervo do Museu de Arte Murilo Mendes.
Reportagem original publicada pela RCWTV: Novembro Negro: arte, memória e resistência como dimensões da cidadania - Notícias UFJF.
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